junho 30, 2005

Nada sai nada entra.
A voz no precipicio...
Cai a lua das lamentaçoes...
Sais pro outro lado da rua...
A sombra protege-te,
a solidão deixa-te,
agarra-te qual pedaço de lama,
insustentavel para ti.
Deserta ficas..
Sem nada..
Sem ti..
Só..

2 Comments:

Blogger Unknown said...

Pois bem!Voltamos à arte da escrita senhor Miguel Sá...bjks ;* Quando quiseres um chá das 5..lá estarei...

10:23 a.m., junho 30, 2005  
Anonymous Anónimo said...

Ninguém está só, há sempre alguma coisa que nos faz companhia...

MJ

6:49 p.m., julho 10, 2005  

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